BLOG DO PASTORFLOR

Olá pessoal que acessa o blog do Pastor Flor. Obrigado pelas visitas. Por favor, sintam-se à vontade para comentar qualquer que seja a opinião que você tenha sobre os textos.

21/1/10

O HOMENZINHO DA RUA GEORGE

Alguma vez você já se perguntou o que resulta da distribuição de folhetos? O relato abaixo, do pastor Dave Smethurst, de Londres, responde essa pergunta:

“É uma história extraordinária a que eu vou contar. Tudo começou há alguns anos em uma Igreja Batista que se reúne no Palácio de Cristal ao Sul de Londres. Estávamos chegando ao final do culto dominical quando um homem se levantou em uma das últimas fileiras de bancos, ergueu sua mão e perguntou: “Pastor, desculpe-me, mas será que eu poderia dar um rápido testemunho?” Olhei para meu relógio e concordei, dizendo: “Você tem três minutos!” O homem logo começou com sua história:

“Mudei-me para cá há pouco tempo. Eu vivia em Sydney, na Austrália. Há alguns meses estive lá visitando alguns parentes e fui passear na rua George. Ela se estende do bairro comercial de Sydney até a área residencial chamada Rock. Um homem baixinho, de aparência um pouco estranha, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja, entregou-me um folheto e perguntou: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje à noite, o senhor irá para o céu?’ – Fiquei perplexo com essas palavras, pois jamais alguém havia me perguntado uma coisa dessas. Agradeci polidamente pelo folheto, mas na viagem de volta para Londres eu me sentia bastante confuso com o episódio. Entrei em contato com um amigo que, graças a Deus, é cristão, e ele me conduziu a Cristo”.

Todos aplaudiram suas palavras e deram-lhe as boas-vindas, pois os batistas gostam de testemunhos desse tipo.

Uma semana depois, voei para Adelaide, no Sul da Austrália. Durante meus três dias de palestras em uma igreja batista local, uma mulher veio se aconselhar comigo. A primeira coisa que fiz foi perguntar sobre sua posição em relação a Jesus Cristo. Ela respondeu:

“Morei em Sydney por algum tempo, e há alguns meses voltei lá para visitar amigos. Estava na rua George fazendo compras quando um homenzinho de aparência curiosa, de cabelos brancos, saiu da entrada de uma loja e veio em minha direção, ofereceu-me um folheto e disse: ‘Desculpe, mas a senhora já é salva? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Essas palavras me deixaram inquieta. De volta a Adelaide, procurei por um pastor de uma igreja batista que ficava perto de minha casa. Depois de conversarmos, ele me conduziu a Cristo. Assim, posso lhe dizer que agora sou crente”.

Eu estava ficando muito admirado. Duas vezes, no prazo de apenas duas semanas, e em lugares tão distantes, eu ouvira o mesmo testemunho. Viajei para mais uma série de palestras na Mount Pleasant Church em Perth, no Oeste da Austrália. Quando concluí meu trabalho na cidade, um ancião da igreja me convidou para almoçar. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele tinha se tornado cristão. Ele explicou:

“Aos quinze anos vim a esta igreja, mas não tinha um relacionamento real com Jesus. Eu simplesmente participava das atividades, como todo mundo. Devido à minha capacidade para negócios e meu sucesso financeiro, minha influência na igreja foi aumentando. Há três anos fiz uma viagem de negócios a Sydney. Um homem pequeno, de aparência estranha, saiu da entrada de uma loja e me entregou um panfleto religioso – propaganda barata – e me fez a pergunta: ‘Desculpe, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, o senhor vai para o céu?’ – Tentei explicar-lhe que eu era ancião de uma igreja batista, mas ele nem quis me ouvir. Durante todo o caminho de volta para casa, de Sydney a Perth, eu fervia de raiva. Esperando contar com a simpatia do meu pastor, contei-lhe a estranha história. Mas ele não concordou comigo de forma alguma. Há anos ele vinha me incomodando e dizendo que eu não tinha um relacionamento pessoal com Jesus, e tinha razão. Foi assim que, há três anos, meu pastor me conduziu a Cristo”.

Voei de volta para Londres e logo depois falei na Assembléia Keswick no Lake-District. Lá relatei esses três testemunhos singulares. No final da série de conferências, quatro pastores idosos vieram à frente e contaram que eles também foram salvos, há 25-30 anos atrás, pela mesma pergunta e por um folheto entregue na rua George em Sydney, na Austrália.

Na semana seguinte viajei para uma igreja semelhante à de Keswick e falei a missionários no Caribe. Também lá contei os mesmos testemunhos. No final da minha palestra, três missionários vieram à frente e explicaram que há 15-25 anos atrás eles igualmente haviam sido salvos pela pergunta e pelo folheto do homenzinho da rua George na distante Austrália.

Minha próxima série de palestras me conduziu a Atlanta, na Geórgia (EUA). Fui até lá para falar num encontro de capelães da Marinha. Por três dias fiz palestras a mais de mil capelães de navios. No final, o capelão-mor me convidou para uma refeição. Aproveitando a oportunidade, perguntei como ele havia se tornado cristão.

“Foi um milagre. Eu era marinheiro em um navio de guerra no Pacífico Sul e vivia uma vida desprezível. Fazíamos manobras de treinamento naquela região e renovávamos nossos estoques de suprimentos no porto de Sydney. Ficamos totalmente largados. Em certa ocasião eu estava completamente embriagado e peguei o ônibus errado. Desci na rua George. Ao saltar do ônibus pensei que estava vendo um fantasma quando um homem apareceu na minha frente com um folheto na mão e perguntando: ‘Marinheiro, você está salvo? Se morrer hoje à noite, você vai para o céu?’ – O temor de Deus tomou conta de mim imediatamente. Fiquei sóbrio de repente, corri de volta para o navio e fui procurar o capelão. Ele me levou a Cristo. Com sua orientação, logo comecei a me preparar para o ministério. Hoje tenho a responsabilidade sobre mais de mil capelães da Marinha, que procuram ganhar almas para Cristo”.

Seis meses depois, viajei a uma conferência reunindo mais de cinco mil missionários no Nordeste da Índia. No final, o diretor da missão me levou para comer uma refeição simples em sua humilde e pequena casa. Também perguntei a ele como tinha deixado de ser hindu para tornar-se cristão.

“Cresci numa posição muito privilegiada. Viajei pelo mundo como representante diplomático da Índia. Sou muito feliz pelo perdão dos meus pecados, lavados pelo sangue de Cristo. Ficaria muito envergonhado se descobrissem tudo o que aprontei naquela época. Por um tempo, o serviço diplomático me conduziu a Sydney. Lá fiz algumas compras e estava levando pacotes com brinquedos e roupas para meus filhos. Eu descia a rua George quando um senhor bem-educado, grisalho e baixinho chegou perto de mim, entregou-me um folheto e me fez uma pergunta muito pessoal: ‘Desculpe-me, mas o senhor é salvo? Se morrer hoje, vai para o céu?’ – Agradeci na hora, mas fiquei remoendo esse assunto dentro de mim. De volta a minha cidade, fui procurar um sacerdote hindu. Ele não conseguiu me ajudar mas me aconselhou a satisfazer minha curiosidade junto a um missionário na Missão que ficava no fim da rua. Foi um bom conselho, pois nesse dia o missionário me conduziu a Cristo. Larguei o hinduísmo imediatamente e comecei a me preparar para o trabalho missionário. Saí do serviço diplomático e hoje, pela graça de Deus, tenho responsabilidade sobre todos esses missionários, que juntos já conduziram mais de 100.000 pessoas a Cristo”.

Oito meses depois, fui pregar em Sydney. Perguntei ao pastor batista que me convidara se ele conhecia um homem pequeno, de cabelos brancos, que costumava distribuir folhetos na rua George. Ele confirmou: “Sim, eu o conheço, seu nome é Mr. Genor, mas não creio que ele ainda faça esse trabalho, pois já está bem velho e fraco”. Dois dias depois fomos procurar por ele em sua pequena moradia. Batemos na porta, e um homenzinho pequeno, frágil e muito idoso nos saudou. Mr. Genor pediu que entrássemos e preparou um chá para nós. Ele estava tão debilitado e suas mãos tremiam tanto que continuamente derramava chá no pires. Contei-lhe todos os testemunhos que ouvira a seu respeito nos últimos três anos. As lágrimas começaram a rolar pela sua face, e então ele nos relatou sua história:

“Eu era marinheiro em um navio de guerra australiano. Vivia uma vida condenável. Durante uma crise entrei em colapso. Um dos meus colegas marinheiros, que eu havia incomodado muito, não me deixou sozinho nessa hora e ajudou a me levantar. Conduziu-me a Cristo, e minha vida mudou radicalmente de um dia para outro. Fiquei tão grato a Deus que prometi dar um testemunho simples de Jesus a pelo menos dez pessoas por dia. Quando Deus restaurou minhas forças, comecei a colocar meu plano em prática. Muitas vezes ficava doente e não conseguia cumprir minha promessa, mas assim que eu melhorava recuperava o tempo perdido. Depois que me aposentei, escolhi para meu propósito um lugar na rua George, onde centenas de pessoas cruzavam meu caminho diariamente. Algumas vezes as pessoas rejeitavam minha oferta, mas também havia as que recebiam meus folhetos com educação. Há quarenta anos faço isso, mas até o dia de hoje não tinha ouvido falar de ninguém que tivesse se voltado para Jesus através do meu trabalho”.

Aqui vemos o que é verdadeira dedicação: demonstrar amor e gratidão a Jesus por quarenta anos sem saber de qualquer resultado positivo. Esse homem simples, pequeno e sem dons especiais deu testemunho de sua fé para mais de 150.000 pessoas. Penso que os frutos do trabalho de Mr. Genor que Deus mostrou ao pastor londrino sejam apenas uma fração da ponta do iceberg.

Só Deus sabe quantas pessoas mais foram ganhas para Cristo através desses folhetos e das palavras desse homem. Mr. Genor, que realizou um enorme trabalho nos campos missionários, faleceu duas semanas depois de nossa visita. Você pode imaginar o galardão que o esperava no céu? Duvido que sua foto tenha aparecido alguma vez em alguma revista cristã. Também duvido que alguém tenha visto uma reportagem ilustrada a seu respeito. Ninguém, a não ser um pequeno grupo de batistas de Sydney, conhecia Mr. Genor, mas eu asseguro que no céu seu nome é muito conhecido. O céu conhece Mr. Genor, e podemos imaginar vividamente a maravilhosa recepção que ele teve quando entrou por suas portas. (extraído de Worldmissions – redação final: Werner Gitt)

Vale a Pena!

“Disse-lhe o Senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21).

Existem muitas organizações que trabalham com literatura cristã. Inúmeros irmãos fazem uso de folhetos, livros, fitas e revistas para divulgar o Evangelho, mas geralmente não vêem o resultado de suas atividades missionárias. Isso pode causar desânimo, e certamente muitos distribuidores de folhetos já se perguntaram: “Será que vale a pena?”

Com freqüência ficamos sabendo de pessoas que se converteram através de um folheto ou de um livro, ou que foram fortalecidas na fé por meio da literatura. Mesmo que jamais saibamos dos resultados de nossa semeadura, eles são prometidos pelo Senhor (veja Is 55.11). Além disso, um obreiro na “seara do Senhor” não é avaliado pelo número de pessoas que se convertem pelo seu trabalho mas por sua fidelidade no trabalho cristão. Também devemos ter sempre em mente que nós não convertemos ninguém. Só Deus é que pode tocar os corações, despertar as consciências e, pelo Espírito Santo, conduzir uma pessoa à fé em Jesus Cristo. O exemplo citado mostra que Ele faz isso em nossos dias e que pode agir através de muito ou de pouco. Que este testemunho anime os distribuidores de folhetos a continuarem semeando com perseverança a boa semente, que certamente dará frutos a seu tempo. (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 2005.

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17/1/10

PROJETO DE MOSTRA DA ARTE EVANGÉLICA

Caros irmãos

Deus dotou os homens com toda sorte de capacidades.

O talento artístico é uma dessas capacidades.

Deus deu talento artístico a seus servos, os crentes em Jesus.

Davi era um grande artista que compunha poemas, fazia instrumentos musicais e, foi ele quem desenhou a planta do grande templo que seu filho Salomão construiu.

Salomão também era um grande artista.

Ele demonstrou sua capacidade quando ornamentou o templo em que o judeu adorava a Deus e compôs livros poéticos como o Cantares de Salomão e outros feitos igualmente brilhantes que não conhecemos hoje, mas que a Bíblia faz menção (1Reis 4.30-34).

Mas os servos de Deus com talento artístico não se limitam apenas a Davi e Salomão.

Diz o livro de Êxodo que Deus capacitou com talento artístico a muitas pessoas para fazerem toda a obra da construção do tabernáculo sendo o mais conhecido Bezalel.

Menciona o livro de Êxodo que o Senhor chamou Bezalel e o encheu de sabedoria para fazer toda obra artística do tabernáculo e para ensinar a outras pessoas sua capacidade artística concedida por Deus (Êxodo 35.30-35).

Infelizmente o que vemos são apenas os homens que não tem Jesus como salvador e Deus como Senhor usando eficientemente seus talentos artísticos concedidos por Deus e através da arte disseminando suas ideologias e pensamentos muitas vezes errados, enquanto o povo de Deus esconde sua arte e não dissemina o evangelho e glorifica a Deus através de seus talentos naturais.

Com esse fim convido você que é crente no Senhor Jesus e que dele recebeu alguma capacidade artística como grafitar, pintar tela, fazer escultura, compor poemas, crônicas etc., a nos juntarmos para uma MOSTRA DA ARTE EVANGÉLICA afim de por meio desta darmos glória a Deus e promover o evangelho do Senhor através de nossos talentos naturais doados a nós por Deus eterno-Criador.

Entre em contato comigo pelos meus e-mails e desenvolvamos esse projeto fazendo sabido que os crentes em Jesus são inteligentes e detentores do verdadeiro talento artístico, pois o verdadeiro talento artístico é aquele que por meio do belo glorifica a Deus e promove seu evangelho.

CONTATO:

Pastor Luiz Flor

E-mail:

luiz-flor@hotmail.com

luiz-pastorflor@hotmail.com

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DEVEMOS CUMPIR COM TODA A JUSTIÇA

Mateus 3.13-15

Aqui nesse encontro estão duas pessoas diferentes.

Uma é a criatura. O servo. É João Batista.

A segunda é o Criador. O Senhor. Deus entre nós. O Senhor Jesus.

O maior está para ser batizado pelo menor.

Parece que alguma coisa está errada. Está fora de lugar.

João Batista está confuso com essa situação.

Então ele quer convencer Jesus a batizá-lo.

Por que João Batista age assim?

Simples. Porque ele sabia exatamente quem Jesus era.

1. Mais poderoso do que ele (Mateus 3.11).

2. O batismo de Jesus era mais importante do que o de João. Era o selo da salvação (Mateus 3.11).

3. João tinha que confiar no que as pessoas diziam e batizá-las. Jesus sabia exatamente o que se passava com as pessoas e a quem era sincero, dava o Espírito Santo. Quem não, destinava ao batismo com fogo (Mateus. 3.11-12).

4. João sabia que não era digno nem mesmo de abaixando desatar as correias das sandálias de Jesus (Mateus 3.11).

5. Jesus era o cordeiro de Deus que tirava o pecado do mundo. João apenas seu mensageiro (Marcos 1.2-4; João 1.29).

6. Jesus tinha a primazia sobre tudo e todos (João 1.30).

7. João sabia que toda glória era devida a Jesus (João 3.30).

Porém, Deus deu a João a obrigação de batizar Jesus.

O batismo seria a apresentação pública de Jesus (João 1.29-34).

Mediante isso, João não podia se opor à ordem dada por Deus embora achasse muito estranho o menor batizar o maior.

Era preciso cumprir toda a justiça.

Nesse caso cumprir toda a justiça era João obedecer e batizar Jesus. E o Senhor Jesus se deixar batizar por João.

Quer dizer. Era fazer a vontade de Deus.

O crente em Jesus deve querer estar comprometido com a vontade de Deus.

Apresento sete áreas em que você deve começar a cumprir a justiça de Deus.

Para saber mais o crente deve estar sempre em contato com a Palavra de Deus.

PRIMEIRO PASSO

Jesus deseja que você tenha certeza da salvação

Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Romanos 10.13).

A Bíblia apresenta três razões pelas quais você pode estar seguro de que é salvo. Primeiro, pela promessa de Jesus: “Aquele que ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5.24).

Segundo, porque você suplicou a Jesus que o salvasse: “Porque todo aquele que invocar o meu nome será salvo” (Romanos 10.13). E terceiro, por causa do testemunho do Espírito Santo, ou seja, quando você foi salvo o Espírito Santo veio habitar em sua vida. O Espírito Santo testifica com o nosso espírito de que somos filhos de Deus (Romanos 8.16).

Um crente que tem a certeza da salvação é um crente grato àquele que o salvou e sempre disposto a fazer tudo para agradecer ao Senhor que o salvou.

SEGUNDO PASSO

Jesus deseja que você leia a Bíblia regularmente

“Toda escritura é divinamente inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; afim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente preparado para toda boa obra” (II Timóteo 3.16,17).

Você tem na Palavra de Deus o seu alimento espiritual. Da forma que o alimento é necessário para o crescimento físico, a Palavra de Deus é necessária ao seu crescimento espiritual. Em I Pedro 2.2 está registrado: “Desejai afetuosamente, como meninos recém-nascidos o leite racional para que por ele vades crescendo”. Para crescer na vida cristã você precisa separar um tempo para estudo diário da Bíblia.

Além desse momento pessoal de estudo e leitura das Escrituras sagradas você deve participar dos estudos bíblicos em sua igreja que tem o fim de o ajudar em seu crescimento espiritual.

TERCEIRO PASSO

Jesus deseja que você ore diariamente

“Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e pela súplica, com ações de graças, sejam as vossas petições conhecidas diante de Deus. E a paz de Deus que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus” (Filipenses 4.6,7).

Como crente em Cristo Jesus você tem o maravilhoso privilegio de orar. Jesus disse: ”Até agora nada pediste em meu nome. Pedi e recebereis, para que vosso gozo se cumpra” (João 16.24). A oração é uma parte muito importante na sua nova vida de crente. Deus o ama e quer que você se achegue a ele diariamente com todas as necessidades que você possa ter.

Jesus passou muito tempo em oração. Houve ocasiões em que ele passou noite inteiras orando. A oração era parte vital da vida de Jesus. Mantenha um momento certo a cada dia para estar sozinho orando.

QUARTO PASSO

Jesus deseja que você contribua

“Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama ao que dá com alegria”. (II Coríntios 9.7)

A Bíblia ensina que cada crente deve participar no sustento do trabalho de Deus. “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte, conforme a sua prosperidade…” (I Coríntios 16.2)

O plano divino para a manutenção do trabalho, apresentado na Bíblia, requer a décima parte do tal de sua renda. Isso é o dízimo. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro… e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela não venha maior abastança”. (Malaquias 3.10)

QUINTO PASSO

Jesus deseja que você deixe o Espírito santo guiar sua vida

“E não vos embriagueis com vinho, em que há devassidão, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais e salmodiando ao Senhor no vosso coração”. (Efésios 5.18)

O Espírito Santo passou a fazer parte da sua vida no momento em que você aceitou a Cristo como salvador. Você encontra a confirmação de que o Espírito Santo habita em cada crente nas seguintes passagens bíblicas: “E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro consolador (o Espírito Santo), para que fique convosco para sempre. Ele habita convosco, e estará para sempre em vós” (João 14.16,17). “Em quem também vós estais, depois que ouvistes a Palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação; e tendo, nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa”. (Efésios 1.13)

A partir de agora é necessário que você deixe o Espírito Santo liderar e controlar a sua vida. A Bíblia diz para sermos cheios do Espírito em Efésios 5.18. Isso significa que o Espírito Santo deve preencher todo o seu interior e conduzir suas atitudes.

Você à medida que lê a Palavra de Deus e aprende o que Deus quer deve pedir ao espírito Santo para ajudá-lo a fazer aquilo que aprendeu.

SEXTO PASSO

Jesus deseja que você freqüente a igreja

“Consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixando de congregar-nos, como é costume de alguns, mas admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. (Hebreus 10.24,25)

Ao se tornar um discípulo de Cristo você deve procurar unir-se a uma igreja onde possa estudar a Bíblia, Jesus estabeleceu a igreja, amou-a e morreu por ela.

Em Hebreus 10.25 lemos que devemos ser freqüentadores assíduos e diligentes, não nos comportando como pessoas displicentes. “Não abandonemos, como alguns estão fazendo, o costume de assistir às reuniões” (A Bíblia na linguagem de Hoje – Hebreus 10.25).

Você deve assistir às programações de sua igreja por alguns motivos importantes.

Primeiro, você ouvirá a Palavra de Deus através de estudos bíblicos semanais.

Segundo, você será fortalecido através da comunhão com outros irmãos na fé. Todo crente precisa da força e ânimo que advém desta comunhão quando se é parte de uma igreja.

Terceiro, você encontrará um meio para servir melhor a Jesus. A Bíblia diz “porque somos obras de suas mãos, criados em Cristo Jesus para as boas obras” (Efésios 2.10). Isto quer dizer que somos salvos para servir. E temos grande oportunidade de servir a Deus através dos trabalhos que a igreja de Jesus executa no mundo.

Na sua igreja você vai juntamente com outros, servir melhor a Jesus e ao seu próximo. Está será a sua maior bênção.

SÉTIMO PASSO

Jesus deseja que você seja batizado

“Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do espírito santo” (Mateus 28.19)

O batismo é uma das ordenanças de Jesus Cristo para você. Ele retrata a morte, e o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo. É um ato que significa a pública profissão de fé em Cristo. Por isso ele é para o novo crente, o primeiro passo na obediência às ordens do Senhor Jesus Cristo.

O batismo simboliza a morte da vida carnal e a ressurreição para a vida espiritual. A nova vida em Cristo Jesus.

O batismo é também um testemunho público da transformação que ocorre na vida do pecador.

Jesus foi batizado por João Batista. Seus seguidores foram batizados também. No livro de Atos cada pessoa que aceitava a Cristo como seu salvador era batizada. Através dos tempos, muitos têm sido batizados, cumprindo assim a ordenança dada por Jesus e confessando sua fé em Jesus. Você deve desejar se batizado se ainda não o é.

A Palavra de Deus é rica em informações que você deve saber para agradar a Deus cada dia de sua nova vida. Se apegue a ela e a consulte sempre para aprimorar sua fé e viver a nova vida que recebeu de Jesus.

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5/1/10

DEUS REQUER SER CONQUISTADO PARA ABENÇOAR

 

Muitas pessoas acham que os únicos requisitos para serem abençoados por Deus é 1) que Deus é bom, 2) a necessidade que elas têm.

Nesse caso entendem que Deus está obrigado a atendê-las sempre fazendo Deus cativo de sua própria bondade.

A história da mulher grega narrada por Marcos no capítulo 7.24-30 desmente que essas pessoas estejam certas.

Para abençoar Deus requer ser conquistado pela humildade e pela perseverança.

Vamos entender melhor o que estou falando.

 

1.     DEUS NÃO É CATIVO DE NINGUÉM (Marcos 7.24)

Achamos que Deus é bom e por isso ele tem que nos abençoar. Todo ser humano pensa assim.

Contrariando essa presunção do ser humano Marcos narra que Jesus ao chegar em Tiro e Sidom procurou se esconder para não ser incomodado.

Então compreendemos que Deus não é cativo de sua própria bondade.

A idéia que fazemos de Deus é de um indivíduo muito rico e, que, porque é rico é obrigado a sempre dar bons presentes e ajudar a todos.

As pessoas descrentes acreditam que porque Deus é bom ele não mandará ninguém para o inferno.  E os crentes por sua vez acreditam que porque Deus é bom Deus dificilmente irá punir o erro deles.

 

2.     DEUS REQUER HUMILDADE PARA SER CONQUISTADO (Marcos 7.25-29)

O tratamento de choque que Jesus administrou à mulher grega certamente visava tratá-la da síndrome do “direito de ser atendida sempre”.

Quer dizer, porque Jesus havia ajudado a muitas pessoas ele estava obrigado a atendê-la também.

Ela também julgava que tinha um pré requisito para ser atendida. Ela tinha uma necessidade: sua filha estava terrivelmente endemoninhada.

Entretanto, ela teve que aprender a lição da humildade para ser atendida.

Jesus a chamou de cadela e também de cães sua filha e nação.

Diante disso ela não se ofendeu, mas insistiu com Jesus para que ele a abençoasse.

 

3.     DEUS REQUER SER CONQUISTADO PELA PERSEVERANÇA

Ao ter sido desdenhada por Jesus sendo chamada de cadela, ela, sua filha e sua nação essa mulher tivesse se ofendido e ido embora porque teve seu “direito de ser atendida sempre” ferido, ela teria perdido a bênção de Deus para sua filha. Pelo contrário, ela perseverou e levou sua bênção (Marcos 7.30). A história da mulher grega nos faz lembrar do que diz a Palavra de Deus em 1Pedro 5.7-8. Devemos nos humilhar debaixo da mão de Deus para que no tempo certo ele nos exalte.

Quem se achegar a Deus achando que só porque Deus é bom e a pessoa tem uma necessidade deve ser atendida vai ter sempre seu pedido negado.

Deus não é cativo de sua bondade. Devemos nos humilhar para conquistá-lo.

 

 

 

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PLANOS PARA O ANO NOVO

EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR? (Josué 24.15)

 

Uma pessoa em minha igreja anunciou que Josué 24.15 na sua parte final guiaria sua vida em 2010: EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR.

Depois de ouvi-lo fiquei pensando se meu amigo e membro de minha igreja sabia tudo o que estava contido nessa declaração. E se eu também o sabia.

Pensei se ele tinha elaborado um plano para tornar real este compromisso ou se apenas ficou encantado com a beleza da fraseologia bíblica.

Então, o que significa: EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR? O que podemos fazer para tornar essa declaração material?

1.      Foi um voto feito no fim de um período

Bem, estamos no último dia do ano. É muito comum que nesse período instintivamente as pessoas façam planos para o novo ano. Fazer votos muitas vezes na Bíblia é chamado de refazer a aliança ou o compromisso.

Josué no capítulo 24 está fazendo um resumo da história de Israel, desde a chamada de Abraão quando este era ainda um descrente no Deus Jeová até o dia quando toda a descendência de Abraão estava bem estabelecida na bela terra de Canaã que nas palavras de Deus era a “terra que mana leite e mel”.

Para que o povo chegasse ali, Deus deu-lhes o poder de vencer grandes nações. Nações muito mais poderosas do que o pequeno Israel.

Josué está constatando a bondade e a fidelidade de Deus em cumprir com sua promessa a seu povo (VV.13-14).

Por isso, Josué chama o povo a refazer seu voto de compromisso com Deus diante de sua bondade e fidelidade em cumprir a promessa de dar a terra a seu povo.

2.      Foi o chamado para um voto de compromisso integral com Deus

No capítulo 21: 44-45 lemos que Deus não foi parcial para com o povo. Deus fez exatamente tudo como prometeu.

Mediante isso Josué convoca a se decidirem a quem eles queriam servir. Se ao Deus Jeová ou aos deuses falsos inventados pelas nações vizinhas a quem também serviram seus antepassados.

Deus não admite ser servido parcialmente.

3.      Foi um voto de separação das coisas do mundo

O apego aos desuses em uma nação indicava também os costumes dessa sociedade. Os cananitas, por exemplo, eram tremendamente maus e imorais e seus deuses representavam essa maldade e imoralidade. Basta lembrar que quando o povo adorou o bezerro de ouro no deserto eles caíram em uma grande orgia com danças, bebidas e pessoas nuas.

Ainda veja. Uma pessoa materialista não vai se preocupar muito com seu espírito e vai assim oscilar entre a extrema maldade e a extrema promiscuidade uma vez que fará tudo por seu deus.

Josué está convocando o povo a abandonar os deuses das nações vizinhas e seus costumes mundanos.

4.      Foi um compromisso alicerçado no amor, gratidão e inteligência

No capítulo 24 Josué está narrando a bondade de Deus em livrar o povo de seus inimigos. Maiores e mais poderosos que seu pequeno povo.

Está Josué lembrando que o povo está morando numa terra muito boa e que o povo nada fez para construir aquela abundância lá contida. Ou seja, não plantaram uma árvore sequer (v.13). Assim o povo deveria ser grato a Deus e amá-lo por toda a sua bondade.

Ainda era um compromisso alicerçado na inteligência porque os deuses das nações nunca poderiam dar ao povo tudo o que Deus lhes deu. Então era inteligente servir ao Senhor.

Assim, agora sabemos o que significa EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR (Josué 24.15 parte final).

Como isso se aplica a nós?

1)      Constantemente devemos renovar nossos votos, pois tendemos a fraquejar no meio do caminho.

2)      Deus não admite ser servido parcialmente. Ele deve reinar em toda a sua vida.

3)      Devemos lembrar que o mundo e seus valores não nos fazem prósperos, mas alvos da ira de Deus e do fracasso. São os valores de Deus que devem nortear nossos desejos, planos, ações, etc.

4)      Nosso compromisso com Deus não deve ser baseado no medo ou no interesse daquilo que se deseja ter, mas no amor na gratidão por causa de sua bondade dia a dia demonstrada a nós.

5)      O sujeito inteligente é realmente aquele que escolhe o Deus Jeová para servir e amar.

Mas como tornar o: EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR material?

Servir ao Senhor com sua casa implica em honrar Deus em muitas áreas.

a.      Leitura da Bíblia: é preciso que o homem lidere sua família para a leitura regular da Bíblia. Não apenas dizer a seus filhos e esposas que ler, mas levá-los a ler. Ordenar e cobrar a leitura regular.

b.      Oração: o líder da casa deve orar regularmente. Mas não deve apenas mostrar para sua família que ora. Ele deve levar sua família a orar. Cobrar deles se o estão fazendo. Se não estiver criar um meio para que isso aconteça.

c.       Assiduidade aos cultos e trabalhos da igreja local: o líder do lar deve ser exemplo de presença aos cultos. Ele deve ordenar toda a sua agenda de modo que sobre tempo para cultuar a Deus de preferência e todos os cultos da igreja. Se porventura ele não puder estar deve cobrar de sua esposa e filhos a presença deles aos cultos e proporcionar os meios para que isso aconteça.

Os trabalhos da igreja devem ser priorizados. As famílias devem se envolver nas tarefas da casa de Deus. Evangelização, zeladoria, etc.

d.      Compromisso financeiro com a casa de Deus: o líder da casa deve dar exemplo sendo fiel nos dízimos e ofertas. Mas não deve apenas dizer para sua família que ele o faz. Ele deve liderar para que seus filhos, esposa que trabalham sejam mantenedores da casa de deus com suas finanças.

e.      Mutualidade: a acepção de pessoas é um dos pecados que Deus mais detesta entre seu povo. As famílias devem se conscientizar do envolvimento mútuo. No reino de Deus não há ricos e pobres. Todos são iguais em Cristo.

f.        Testemunho publico louvável: as famílias devem zelar para que os outros os respeitem. Devem ser honestos, amigáveis, sociáveis.

Façam uma lista de compromissos seja nas atividades da igreja ou fora e repassem periodicamente (a família reunida) para que o compromisso seja mantido ano a ano. Se houver falha refaçam para o bem de todos e louvor de Deus o pacto de: EU E A MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR.

À medida que a família orar, ler a Bíblia e se envolver nos projetos de trabalho da igreja, Deus irá mostrando outras áreas onde ele quer que a família o sirva.

 

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O VERDADEIRO NATAL

 

Na história do Papai Noel sempre o vemos com um saco de presentes para ser distribuído com as pessoas. E todo ano ele tem que vir porque os presentes que ele deu se gastaram, saíram da moda, quebraram, não prestam mais.

Claro, que a história do Papai Noel é uma lenda. Pessoas adultas sabem que Papai Noel não existe.

A figura do Papai Noel serve para nos dizer que as pessoas estão sempre querendo receber alguma coisa.

Também serve para nos mostrar que as pessoas dificilmente querem dar alguma coisa.

Também serve para nos dizer que nos concentramos muito nas coisas materiais e esquecemos as coisas da alma.

Todo ser humano tem uma alma e ele precisa cuidar dela. A alma não se satisfaz com presentes materiais, cultura, dinheiro, sucesso (a história do homem que plantou e colheu bastante).

Então na história do verdadeiro Natal, encontramos pessoas:

1.            Deixando seus afazeres para ir em busca de Jesus para adorá-lo (os pastores no campo)

2.            Pessoas vindo de muito longe, deixando suas casas, país, amigos, famílias, comodidade para adorar a Jesus (os magos do oriente)

3.            Pessoas vindo ao templo para adorar a Jesus (Simeão e Ana)

Essas pessoas nos ensinam assim que o sentido do Natal é receber e adorar a Jesus que veio ao mundo para dar sua vida em nosso lugar para resolver o maior problema da humanidade: a separação de Deus por causa do pecado (Isaías 59.3).

Ensinam que é necessidade de todo homem se arrepender e buscar ao salvador e servi-lo durante toda a sua vida.

Ensinam que Natal é tempo de dar presente. Os magos deram presentes a Jesus. Mais do que o ouro, o incenso e a mirra, produtos de valor material e simbólico eles deram a Jesus o coração deles. E receberam a salvação de suas almas. Não por causa dos presentes que deram, mas porque deram seus corações ao salvador dizendo que eram necessitados de salvação (a salvação é dom que Deus dá de graça, não se pode comprar com boas obras, orações, sacrifícios, etc [salmo 49]).

A palavra que eu disse aqui poderia ser contada em qualquer dia do ano. Porque a maior necessidade do ser humano é se voltar para seu salvador, conhecê-lo dia a dia através da oração diária, da leitura das Escrituras e por meio de querer agradá-lo sempre.

Se você entende o Natal como um tempo de receber presentes materiais ou mesmo paz, harmonia apenas para viver a vida deste mundo, você estará perdendo a alegria de adorar o salvador e ter dele a alegria que ultrapassa qualquer condição material, pois: E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus (Filipenses 4)

Como você pode ter essa paz? Recebendo Jesus como seu salvador e Senhor, pois nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.

E todo aquilo que tens para quem será? Foi a pergunta ao homem que ficou rico dos bens desta vida e não se preocupou com sua alma.

Pense na sua condição e venha até o salvador para ofertar seu coração e ele irá transformar você para toda a sua vida e para a vida além dessa.

 

 

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1/1/10

20 ANOS (UMA ODE AO BEM)

aNIVERSARIO DE CASAMENTO

 

O relógio marcou um novo tempo

Quando trocamos alianças

 

Pusemos alianças em nossos dedos

Que já nem existem mais

 

Mas ficaram intactos os dedos

 

Então 20 anos depois…

 

Aprendemos que mais vale

Jeito que força

 

Aprendemos a comunicação

Das poucas palavras

E quanto dói o desperdício delas

 

Ficou o sabor de tua cor

Morena em meus lábios sempre carentes

 

Ficou o som melódico do vento

Batendo em teus cabelos crespos

Quais meus pensamentos sempre eriçados

 

Ficou a amizade forte de dois Amantes

 

20 anos depois…

 

O amor acalmou a paixão

 

Durante cada dia desses 20 anos

Esteve sempre a sorte do meu lado

 

Não a sorte do acaso

A sorte divina que a todo bem dirige

 

20 anos depois…

 

Sinto-me mais cativo

Das cordas de teu amor

 

De tua suave sedução Morena…

 

Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonacalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.

 

 

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INGRATIDÃO

 

Não me intriga o mar

Nem do universo a imensidão

Tudo isso se explica pela grandeza que em Deus há

 

Me intriga a ingratidão

 

As feridas do ódio não são mortais

Já das feridas da ingratidão ninguém se cura jamais

 

Me intriga a ingratidão

 

Ingratidão é aquele braço armado

Traiçoeiro quando se espera afago

 

Me intriga a ingratidão…

 

Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceara na Igreja Batista Fundamentalista Cristo e Vida.

 

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23/12/09

AUTÓPSIA DE UM FARISEU

(Marcos 7.1-23)

 

Autópsia é o exame das partes internas de um cadáver. Cadáver era o que mais se assemelhava a um fariseu. Vamos ver que comportamento assemelhava o fariseu de cadáver.

1.         Vigiavam as pessoas com o único fim de achar nelas alguma falta. Não falta de acordo com o que certo, ou de acordo com o ensino da Palavra de Deus, mas de acordo com suas próprias regras (VV.1-5).

APLICAÇÃO: Agimos como fariseus quando não examinamos a nós mesmo diante da Escritura sagrada, mas antes, para justificar nossa atitude apontamos um suposto grave erro no outro. Mas na verdade o estamos medindo não de acordo com a escritura, pois a Escritura não justifica nenhum pecado, mas segundo nossa justiça própria. Ou seja, nossas próprias regras. Noutras palavras nos achamos sempre melhor do que os outros.

2.         Extremamente meticulosos com as tradições de homens (v.3).

Com isso o que o fariseu queria mesmo era ganhar o respeito e admiração das pessoas. Isso era o céu para eles. Até mais importante do que a opinião que Deus tivesse acerca deles.

APLICAÇÃO: Quando queremos ganhar o favor dos outros por aquilo que socialmente somos, por exemplo, bons empregados, grandes empreendedores, bons amigos, uma aparência religiosa, mas um péssimo crente.

3.         Arrogantes ao ponto de se acharem mais inteligentes do que o próprio criador (VV.1,5; comparar com Isaias 58.3).

APLICAÇÃO: Ora, agimos como fariseus quando achamos que dirigimos melhor nossas vidas do que Deus. Aí não consideramos o modo como Deus quer que façamos as coisas e as fazemos de nosso jeito. Ou ainda quando nos achamos merecedores de todos os favores de Deus porque em dado tempo fizemos alguma suposta coisa boas (quando aquilo já era nossa obrigação fazer).

4.         O fariseu tinha sempre uma boa desculpa para não fazer o que Deus queria que ele fizesse (VV.9-12)

APLICAÇÃO: Jesus nos deixou entender que não importava o quão aparentemente piedosa fosse a desculpa, tudo não passava de um jeito manso de querer tapiar Deus (v.13).

Diante disso Jesus, na autópsia que estava fazendo dos fariseus disse que eles eram apenas falsos adoradores de Deus, embora tivessem a aparência de piedosos, necessitados, nem intencionados e coisa do gênero (VV.7-8).

Depois da batalha com os fariseu, Jesus se volta para a multidão e deixa a multidão tem bem claro que:

1.         A multidão não devia imitar a atitude dos fariseus para não se tornarem cadáveres junto com eles (VV.14-16);

2.         O problema dos fariseus era de coração, ou seja, não haviam na verdade nascido de novo. O coração deles ainda era do mundo e servia a si mesmos e não a Deus (VV.17-23).

A atitude do fariseu está agarrado ao coração humano. É preciso afugentar essa atitude de nossos corações para termos realmente vida. Como? Entregando nossa vida, planos, atitudes a Deus por meio de confiar no que a Palavra de Deus ensina. Jesus tem que ser o Senhor de nossas vidas. Quando ele não é somos apenas cadáveres como os fariseus o eram. O fim de um cadáver, qual é? Apodrecer e desaparecer. No caso espiritual é ser destinado à ira de Deus como os incrédulos. Veja 2 Tessalonicenses 2.9-12.

 

 

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12/12/09

MISTERIO DE ALGUMAS BELEZAS FEMININA

 

 

Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada ao seu amado? (Cantares de Salomão 8.5)

 

Rosto simétrico

Nariz afilado

Boca elegante

Cabelos impecáveis

Cintura fina

 

Não tem

Confesso que não tem

 

Mas tem um Q

Um Q que faz toda a diferença

E a torna misteriosamente

Linda encantada charmosa

 

As muito bonitas

Que me perdoem

O Quezinho é fundamental

 

 

Autoria: Luiz Flor dos Santos, pastor na cidade de São Gonçalo do Amarante, Ceará na Igreja Batista Fundamentalista Cristo é Vida.

 

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